DO ORIENTAL AO TRIBAL, DA PERCUSSÃO ÁRABE AO FLAMENCO, PASSANDO PELA FUSÃO CIGANA…
Este sábado, dia 4 de Julho do ano da graça de 2009, estivemos em festa.
Um daqueles encontros em que sabemos que iremos encontrar conhecidos e perfeitos estranhos na plateia. Um dia em cheio no Teatro A Comuna, cuja equipa nos recebeu e apoiou para lá das nossas expectativas.
Em cena estiveram 20 bailarinos, que se portaram como gente grande em bastidores e diz quem viu que nenhum deles deixou créditos por mãos alheias.
Sem vaidade, tento explicar a muitos quão diferente é o trabalho que se faz na Dilshadance e sei que tal não seria possível sem a incrível sinergia que se encontra entre colegas, durante todo o ano lectivo, e no dia da festa comemorativa do mesmo, desde a entrada no teatro até ao último voluntário a deixar bastidores.
À equipa que constituiu a produção neste espectáculo devo o amor que colocaram em tudo aquilo que fizeram nesse dia e nos que se antecederam a festa. Este sei por experiência que é um trabalho silencioso e que acompanha os nossos sonhos nas vésperas e que teima em não nos largar nos dias a seguir. Estes voluntários sofrem connosco porque são a face invisível do sucesso colectivo. Para eles o meu mais profundo agradecimento.
Às bailarinas e professores da Dilshadance, resta-me agradecer pelo companheirismo e paciência, pela atenção ao pormenor das coisas e por alcançarem o propósito de dançarmos publicamente – será sempre para celebrar através da música e da dança a alegria que sentimos por dignificarmos a nossa forma de arte.
Do Oriental ao Tribal, da Percussão Árabe ao Flamenco, passando pela Fusão Cigana, nos mais diversos estilos interpretados por personalidades distintas, esta foi uma festa que foi vivida pelos alunos e para um público cada vez mais vasto e atento.
Obrigada a todos os envolvidos.

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